O tráfico é a cara brasileira do problema. A estimativa mais citada, do relatório da RENCTAS de 2001, fala em 38 milhões de animais retirados da natureza por ano, com nove em cada dez mortos antes de chegar ao comprador — número velho, nunca atualizado, e por isso mesmo revelador. Em 2024, mais de 22 mil animais apreendidos passaram pelos centros de triagem do IBAMA.
A medicina veterinária entra nos dois extremos: no laudo que caracteriza maus-tratos ou origem ilegal, e no atendimento do animal apreendido, que chega desidratado, com fratura de contenção e dieta errada de semanas. Defender a fauna, na clínica, é saber o que fazer quando ela chega ao balcão.
Outras referências
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia de Defesa da Fauna sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Animal silvestre apreendido: o atendimento das primeiras 48 horas
- 02Laudo de maus-tratos: o que o artigo 32 exige do veterinário
- 03Cliente que chega com silvestre "de estimação": o que a lei permite e como orientar
- 04Tráfico de animais: os sinais de origem ilegal que o veterinário reconhece
- 05Caça e captura: o artigo 29 e o papel da clínica rural
- 06A data que o Congresso rejeitou em 1982 e sobreviveu
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