O país tem o maior número de primatas do mundo: cerca de 140 táxons, entre espécies e subespécies, segundo a Sociedade Brasileira de Primatologia, boa parte endêmica e cerca de 40% ameaçada. É também onde primata e saúde pública se cruzam com mais força. Nos surtos de febre amarela de 2016 a 2018, os maiores da história da forma silvestre no país, o macaco morto na mata foi o sinal que antecedeu o caso humano — e mais de 700 epizootias em primatas foram confirmadas em laboratório só na temporada 2017/2018.
Daí a tarefa da clínica: primata não é pet, e o que chega — sagui "criado em casa", bugio atropelado, macaco-prego de apreensão — exige contenção, biossegurança e notificação. Macaco não transmite febre amarela a ninguém; é vítima e sentinela. Matar o animal apaga o aviso.
Outras referências
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia Internacional do Primata sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Macaco morto na mata: como notificar e por que não tocar
- 02Sagui "de estimação": o que a lei diz e o que fazer quando chega à clínica
- 03Primata atropelado ou eletrocutado: contenção e encaminhamento
- 04Biossegurança com primata: as zoonoses que vão nos dois sentidos
- 05Febre amarela: vacinar a equipe que atende fauna
- 06Quantas datas de primata tem o calendário — e para que serve cada uma
Quer o ano inteiro de pautas organizadas por mês? Veja o guia de conteúdo.