Para quem trabalha com animais, a Amazônia é onde a medicina veterinária de fauna silvestre é mais exigida e menos estruturada. Os centros de triagem do IBAMA em Manaus, Rio Branco e Macapá recebem o que o tráfico e a apreensão produzem; o Instituto Mamirauá mantém um centro comunitário de reabilitação de peixe-boi e um grupo de pesquisa que inclui clínica veterinária de boto, ariranha e lontra; o INPA, com a Associação Amigos do Peixe-Boi, já devolveu dezenas de peixes-bois reabilitados aos rios.
E a Amazônia é também fronteira sanitária. Raiva transmitida por morcego hematófago em rebanho, febre amarela em primata, leishmaniose e as doenças que ainda não têm nome circulam primeiro onde floresta, gado e gente se encontram. A clínica da região é posto de vigilância antes de ser consultório.
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Ângulos para publicar sobre Dia da Amazônia sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Centro de triagem na Amazônia: o que chega, de onde vem e para onde vai
- 02Peixe-boi reabilitado: anos de cuidado antes de uma soltura
- 03Raiva em rebanho por morcego hematófago: vigilância que começa no produtor
- 04Febre amarela em primata: o macaco morto como sinal de alerta
- 05Animal silvestre "de estimação" na região Norte: o que a lei permite e o que não
- 06Trabalhar com fauna amazônica: formação, parceiros e porta de entrada
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