O Brasil está perto do objetivo e, ao mesmo tempo, longe de encerrar o assunto. O último caso humano transmitido por cão foi em 2015, e o país busca a validação de área livre de raiva canina. Mas a doença não sumiu: entre 2010 e 2026 foram 54 casos humanos, e o morcego passou a ser o principal transmissor, seguido do primata — o sagui do Nordeste tem variante própria. A cobertura vacinal de cães e gatos em 2025 ficou em 78%, abaixo da meta de 80%, e quatro estados — os três do Sul e São Paulo — não fazem mais campanha massiva, por decisão epidemiológica.
Para a clínica, a data tem três tarefas concretas: manter a vacina em dia mesmo onde a campanha pública parou, orientar sobre o que fazer com morcego caído no quintal ou dentro de casa, e tratar mordedura de animal sem histórico como caso de notificação, não como curativo.
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Ângulos para publicar sobre Dia Mund. da Luta contra a Raiva sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Vacina antirrábica onde não há mais campanha pública: a clínica como ponto de cobertura
- 02Morcego em casa: o que orientar e para quem ligar
- 03Mordedura de cão ou gato sem histórico vacinal: protocolo de observação e notificação
- 04Raiva em bovino e equino: o morcego hematófago e a vigilância a campo
- 05Sagui e primata de vida livre: a variante que mudou o mapa no Nordeste
- 06Cão que viaja ou muda de estado: comprovante de vacina e o que fiscalizam
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