O Brasil tinha 5,7 milhões de equinos em 2024, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE, e o complexo do agronegócio do cavalo movimenta, pela revisão feita pela ESALQ para o Ministério da Agricultura, mais de 16 bilhões de reais por ano e sustenta 610 mil empregos diretos. É animal de produção, de trabalho, de esporte e de lazer ao mesmo tempo — e cada uso tem clínica própria.
A data de julho ficou com a cólica e a equoterapia. Esta fica com o que o Rio Grande do Sul sabe fazer: o cavalo de lida, de rodeio e de cavalgada, que exige casco, ferrageamento, nutrição de trabalho e um olhar para dor que o animal estoico não demonstra. E fica com o lembrete de que um rebanho de quase seis milhões de animais precisa de mais gente formada para atendê-lo.
Outras referências
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia do Cavalo sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Cavalo de lida e de rodeio: as lesões do trabalho e como preveni-las
- 02Casco e ferrageamento: o básico que evita claudicação
- 03Dor no cavalo: os sinais que o animal estoico esconde
- 04Nutrição do cavalo de trabalho: energia, água e o erro do excesso de grão
- 05Cavalgada e viagem: GTA, exame de mormo e de anemia infecciosa
- 06Três datas do cavalo: 11/07 mundial, 14/09 e 24/11 do criador — o que fazer em cada uma
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