A medicina veterinária brasileira é majoritariamente feminina — 56% dos registrados em 2023, cerca de 58% em 2024, mais de 134 mil médicas-veterinárias em atividade em 2026, pelos números do CFMV — e a tendência cresce a cada turma formada. No empreendimento pet o quadro é parecido: entre sócios de empresas do setor no Paraná, o Sebrae achou quase metade de mulheres, e elas são a maioria das contratações.
O que a data pede é a parte que o diploma não ensina: precificar o próprio trabalho, negociar com fornecedor e com plano de saúde, contratar, delegar e sair do plantão para gerir. E pede, para quem dirige clínica, olhar para a própria equipe: jornada, maternidade, segurança no atendimento domiciliar e noturno são questões de gestão, não de sorte.
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Ângulos para publicar sobre Dia Mund. do Empreendedorismo Feminino sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Clínica própria: o plano de negócios que a faculdade não ensina
- 02Precificar o próprio trabalho: o erro mais comum de quem começa
- 03Maternidade e plantão: como a clínica se organiza sem perder a profissional
- 04Atendimento domiciliar e noturno: segurança da equipe como política
- 05Sociedade entre veterinárias: contrato, papéis e saída
- 06Mulheres na veterinária em números: o que o CFMV mostra ano a ano
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