A moratória da Comissão Baleeira Internacional vale desde 1986, mas três países caçam comercialmente: a Noruega, sob objeção formal; a Islândia, sob reserva; e o Japão, que deixou a comissão em 2019 e retomou a caça nas próprias águas. Em 2026 a comissão rejeitou, em Hobart, a tentativa de abrir caminho para a volta da caça comercial, e a Islândia anunciou que vai propor o fim da sua.
Para o Brasil, que lidera o bloco contrário à caça e abriga a maior área de reprodução de baleia-jubarte do Atlântico Sul, a data serve menos para indignação e mais para contar o que a proteção produziu: a jubarte voltou a ser contada aos milhares em Abrolhos, e o turismo de observação, que a medicina veterinária de fauna marinha ajuda a regular, vale mais que qualquer arpão.
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Ângulos para publicar sobre Dia Mund. contra a Caça às Baleias sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Quem ainda caça baleia e por quê: Noruega, Islândia e Japão em 2026
- 02A moratória de 1986: o que ela proíbe e o que não alcança
- 03Jubarte em Abrolhos: a recuperação que a proteção produziu
- 04Turismo de observação de baleia: regra de distância e o papel do veterinário
- 05Baleia encalhada viva: o que fazer e quem acionar
- 06Três datas de baleia no calendário: 19/02, 23/07 e 05/11
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