É o felino mais difícil de contar do mundo: vive acima de três mil metros, em território enorme e vazio, e só armadilha fotográfica e DNA de fezes dizem quantos são. Em 2017 a IUCN o rebaixou de "em perigo" para "vulnerável", com base em estimativas novas — decisão que o Snow Leopard Trust contestou, por achar os dados insuficientes. Caça pela pele, retaliação de pastor que perdeu rebanho e perda de presa são as ameaças.
Para o Brasil, o leopardo-das-neves é lição de método: conflito com pecuária resolvido com seguro de rebanho e curral à prova de predador, sem matar o felino — o modelo que a onça-pintada e a onça-parda pedem aqui, e que a medicina veterinária de campo sabe implantar.
Outras referências
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia Int. do Leopardo-das-neves sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Curral à prova de predador e seguro de rebanho: o modelo que serve para a onça
- 02Contar o que não se vê: armadilha fotográfica e DNA de fezes
- 03De "em perigo" a "vulnerável": quando a mudança de categoria é polêmica
- 04Felino de montanha em zoológico: temperatura, recinto e enriquecimento
- 05Retaliação de pastor: o que a clínica rural pode mediar
- 06Doze países, uma declaração: como nasce uma data de conservação
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