O Brasil tem as duas famílias: a preguiça-de-três-dedos, do gênero Bradypus, e a de dois dedos, Choloepus. Entre elas está a preguiça-de-coleira, endêmica da Mata Atlântica e classificada como vulnerável na lista nacional de fauna ameaçada — e dividida, em 2022, em duas espécies, uma do Nordeste e outra do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Perda de mata, atropelamento, eletrocussão e cão solto são o que mata preguiça perto de gente.
Na clínica, a preguiça é o silvestre que mais engana: chega "tranquila" porque é lenta, e está em choque; não bebe água porque a tira da folha; esfria rápido fora da mata; e a mordida é forte. Resgate, aquecimento, hidratação e encaminhamento rápido ao centro de triagem são a regra — e nunca criá-la em casa, que é o destino mais comum do filhote "achado".
Ela cai sempre na terceira sábado de outubro, então não dá para programá-la como evento que se repete sozinho na agenda. Ao adicionar ao seu calendário, ela entra só para este ano — volte ao calendário no ano que vem ou assine o calendário completo.
- 2026: 17/10
- 2027: 16/10
- 2028: 21/10
- 2029: 20/10
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia Int. do Bicho-Preguiça sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Preguiça resgatada: por que a calma é choque e o que fazer nas primeiras horas
- 02Eletrocussão em fio de rua: a lesão típica da preguiça urbana
- 03Preguiça-de-coleira: uma espécie que virou duas em 2022
- 04Filhote "achado": por que não criar em casa e para quem entregar
- 05Cão solto e preguiça no chão: o conflito que a mata cortada criou
- 06Terceiro sábado de outubro: por que a data muda de dia a cada ano
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