Na medicina veterinária brasileira esse balanço tem número. As mulheres passaram a ser maioria entre os novos registros do Sistema CFMV/CRMVs no início dos anos 2000 e hoje são a maioria da profissão — mas a composição das chefias, das sociedades de especialidade e dos conselhos não acompanhou a mudança na mesma velocidade.
A data também serve para o que a rotina impõe e pouca clínica discute: contenção de animal de grande porte, exposição a radiação e a gases anestésicos, zoonoses de risco na gestação, plantão noturno e segurança no atendimento domiciliar. São temas de saúde ocupacional, não de delicadeza.
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia Int. da Mulher sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Saúde ocupacional na clínica: radiação, gás anestésico e o que a gestante precisa saber
- 02Segurança no atendimento domiciliar e a campo: protocolo que a equipe inteira usa
- 03Licença-maternidade em clínica pequena: como a escala sobrevive sem perder a profissional
- 04Precificação e assertividade: por que o desconto por constrangimento tem gênero
- 05Liderança técnica feminina: o caminho até a responsabilidade técnica e o que trava
- 06Assédio de cliente: o que a clínica registra, o que comunica e o que recusa atender
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