Para a clínica, filhote é a consulta que mais decide o futuro do animal. As diretrizes de vacinação da WSAVA, de 2024, recomendam começar a série contra cinomose, adenovírus e parvovírus entre seis e oito semanas, repetir a cada duas a quatro semanas até as dezesseis, e reforçar a partir das 26 semanas — porque o anticorpo materno bloqueia a vacina em idade imprevisível. Filhote que "tomou as três doses" cedo demais pode estar desprotegido.
E há a lei da origem: em São Paulo, desde 2024, cão e gato só podem ser vendidos com 120 dias, ciclo vacinal completo, esterilizados e com microchip, e o criador precisa manter a mãe com a ninhada por no mínimo seis a oito semanas. Separação precoce é causa conhecida de problema de comportamento — e a primeira consulta é o momento de perguntar de onde o animal veio.
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ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia dos Filhotes sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Vacinação de filhote: por que a última dose precisa passar das 16 semanas
- 02Anticorpo materno: o motivo de a série ter tantas doses
- 03Separação precoce da mãe: o que custa em comportamento
- 04Primeira consulta: vermifugação, dieta, socialização e o que perguntar sobre a origem
- 05Filhote de presente no Dia das Crianças: a conversa que a clínica pode puxar
- 06Comprar de criador ou adotar: documentos, lei e sinais de alerta
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