Os números explicam a homenagem. Nos anos 1980 restavam cerca de 200 micos-leões-dourados na natureza; hoje são mais de três mil, numa população que existe porque alguém juntou proteção de habitat, reprodução em cativeiro, reintrodução e corredor ecológico na Mata Atlântica fluminense.
Para a medicina veterinária, é um dos programas que mais empregou a profissão em conservação: manejo de população em vida livre, triagem sanitária antes de translocação, resposta à febre amarela — que matou centenas de primatas na região em 2017 e 2018 — e vigilância de doença em animal silvestre monitorado indivíduo por indivíduo.
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia do Mico-Leão Dourado sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Translocação de fauna: a triagem sanitária que antecede qualquer soltura
- 02Febre amarela em primatas: vigilância, notificação e o impacto em espécie ameaçada
- 03Corredor ecológico: por que conservação virou também engenharia de paisagem
- 04Reprodução em cativeiro com objetivo de soltura: o que muda no manejo
- 05Primata silvestre atropelado ou eletrocutado: atendimento e encaminhamento
- 06Trabalhar em projeto de conservação: como a medicina veterinária entra
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