Não se confunde com o Dia Internacional das Florestas, de 21 de março. Esta é a data brasileira, e o recorte dela é outro: o que a floresta daqui perde para caça, tráfico e fogo.
Para o setor veterinário, o Curupira é um bom disfarce para um assunto técnico. Caça e tráfico chegam à clínica em forma de animal com anilha falsa, filhote órfão entregue por vizinho, ave com asa cortada. E a temporada de fogo chega em forma de fauna queimada — atendimento com protocolo próprio, da queimadura de pata à inalação de fumaça — que deixou de ser excepcional e virou sazonal.
para quem produz conteúdo
ideias de pauta
Ângulos para publicar sobre Dia da Proteção às Florestas sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Fauna queimada: protocolo de atendimento, da pata à via aérea
- 02Filhote órfão de silvestre: o que fazer nas primeiras horas e para onde levar
- 03Sinais de caça e de tráfico no animal que chega à clínica
- 04Educação ambiental com folclore: o Curupira como ferramenta de comunicação
- 05Temporada de fogo: como a clínica se prepara antes que comece
- 06Lei de Crimes Ambientais na prática: caça, maus-tratos e laudo
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