O caso Royal expôs o que o setor sabe e pouco diz: o uso de animal em pesquisa e teste é regulado — pela Lei Arouca, de 2008, pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal e por comissões de ética em cada instituição — e o médico-veterinário é peça obrigatória dessa estrutura. Sem ele não há protocolo aprovado, biotério licenciado nem bem-estar fiscalizado.
Para quem está na clínica, a data abre duas conversas difíceis e necessárias: o destino dos animais retirados de laboratório, que chegam com histórico médico desconhecido e comportamento de confinamento; e a posição da profissão sobre o uso de animais em pesquisa, que não é contra nem a favor — é por regra, substituição quando possível e dor zero quando não.
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Ângulos para publicar sobre Dia da Libertação Animal sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Caso Royal: o que mudou na regulação da pesquisa com animais desde 2013
- 02Beagle de laboratório adotado: histórico, comportamento e o que a clínica precisa saber
- 03Lei Arouca, CONCEA e CEUA: o papel obrigatório do médico-veterinário
- 04Substituir, reduzir, refinar: os 3Rs explicados ao cliente
- 05Teste em animal para cosmético: o que o Brasil proíbe hoje
- 06Ativismo e clínica: como responder a quem pergunta "você é contra?"
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