A caça com cães foi proibida na Inglaterra e no País de Gales pelo Hunting Act, de 2004, em vigor desde 2005. A tradição sobreviveu em formatos que a lei permite, e as organizações de proteção denunciam que, na prática, a raposa continua sendo perseguida: vinte anos depois da lei, a League Against Cruel Sports contou, só entre agosto e as primeiras semanas da temporada, 186 raposas perseguidas e 220 denúncias de caça ilegal.
No Brasil, as "raposas" são canídeos sul-americanos, como a raposa-do-campo, do Cerrado, e o graxaim, do Sul — não a raposa-vermelha das caçadas inglesas. Caçá-los é proibido desde a Lei 5.197, de 1967, e é crime pela Lei 9.605. O que chega à clínica é outra coisa: o canídeo atropelado, o filhote "achado" e a cinomose e a raiva que passam do cão doméstico sem vacina para o silvestre. O calendário tem ainda o Dia da Raposa, em 17 de setembro.
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Ângulos para publicar sobre Dia da Conscientização Contra a Caça à Raposa sem repetir o que todo mundo já diz — pensados para clínicas, petshops, laboratórios e profissionais do setor.
- 01Caça com cães no Reino Unido: o que a lei de 2004 proibiu e o que o Boxing Day ainda mostra
- 02Raposa-do-campo: a raposa brasileira ameaçada que quase ninguém conhece
- 03Cão de caça no Brasil: o que a clínica rural vê e a lei diz
- 04Canídeo silvestre atropelado: atendimento e encaminhamento
- 05Cinomose e raiva: a doença do cão que chega à raposa
- 06Duas datas da raposa (17/09 e 26/12): para que serve cada uma
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